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Radiação Eletromagnética
É o fenômeno da propagação de energia eletromagnética sob a forma de ondas, que formam um espectro de escalas de comprimento variadas medido em nanômetros (nm). As radiações visíveis ao olho humano estão compreendidas entre 380 e 780 nm, aproximadamente. Ver Espectro Eletromagnético; Luz ( Espectro Visível ) e Interferência Eletromagnética.

Radiação Infravermelha
Radiação eletromagnética com comprimento de onda à partir de 780 nm (aproximadamente), que é superior ao da radiação de luz visível, e inferior ao das microondas. É a parcela do espectro eletromagnético que fica situada antes do vermelho. A Comissão Internacional de Iluminação (CIE), dividiu o espectro IR (Infra Red) em três partes: IR-A de 780-1.400 nm; IR-B de 1.400-3.000 nm e IR-C de 3.000nm a 1 mm. São percebidos na forma de calor sendo utilizadas na indústria, agricultura e medicina com fontes de luz especiais de ondas curta, média e longa. Ver Espectro Eletromagnético; Comprimento de Onda e Luz ( Espectro Visível ).

Radiação Ultravioleta
Radiação eletromagnética de comprimento de onda à partir de 380 nm (aproximadamente), que é inferior a radiação de luz visível e superior ao raio X. É a parcela do espectro eletromagnético que fica situada após o violeta. A Comissão Internacional de Iluminação (CIE), dividiu o espectro UV em três partes:
UV-A, de 315-400 nm, atravessa a maioria dos vidros e materiais translúcidos e provoca o efeito da fluorescência;
UV-B, de 280-315 nm, possui ação terapêutica sobre a pele, provoca o bronzeamento e forma a vitamina D (ação antiraquítica);
UV-C, de 100-280 nm, possui efeito germicida e atua sobre bactérias, fungos e micro-organismos. Cuidado ! O contato com a faixa de UV-C é bastante nocivo afetando a pele, podendo causar câncer e cegueira. Ver Espectro Eletromagnético; Comprimento de Onda; Nanômetro e Luz ( Espectro Visível ).

Ramal de Ligação
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega.

Reator
Dispositivo ligado entre a fonte de alimentação de um circuito elétrico e uma ou mais lâmpadas à descarga e que é destinado principalmente a limitar a corrente nas lâmpadas ao valor de trabalho projetado. O reator pode incorporar também um transformador da tensão de alimentação; elementos para otimizar o fator de potência (capacitores); dispositivo de acendimento (ignitor/starter), assegurando as condições necessárias para o acendimento das lâmpadas. Importante compreender que os reatores atendem as necessidades peculiares de cada lâmpada, portanto existem modelos distintos que atendem particularmente cada tipo de lâmpada. Seu invólucro pode ser blindado para permitir seu uso ao tempo. Ver Ignitor; Starter; Capacitor e Fator de Potência.

Reatores Eletromagnéticos
Primeiro Conceito de dispositivo de acendimento de lâmpadas de descarga em geral, composto de um núcleo de ferro, conjugando várias lâminas de silício e bobinas de fio de cobre esmaltado, revestidos em alguns casos nas áreas livres internas com resina de poliéster. Processos existentes de acendimento para lâmpadas fluorescente: Convencional com starter e o Partida Rápida. Processos existentes de acendimento para lâmpadas de descarga de alta intensidade Com ignitor, dispositivo auxiliar, e Sem Ignitor, usando eletrodo de partida interno da lâmpada. Ver Reator; Starter; Ignitor e Eletrodo.

Reatores Eletrônicos
Conceito mais moderno de dispositivo de acendimento de lâmpadas de descarga em geral, composto basicamente por componentes eletrônicos tipo: diodos; resistores; capacitores; transistores; filtros; fusíveis; varistores entre outros. Principais vantagens: São silenciosos; mais compactos; mais leves; emitem menos calor no ambiente, consomem menos energia e possuem vida útil elevada. Atenção ! Esta tecnologia deve incorporar, preferencialmente, alto fator de potência > 0,92; distorção harmônica < 33% para prevenir interferências de rádio frequência e dispositivo de proteção contra surto de tensão. As tecnologias disponíveis para reatores eletrônicos são basicamente: Bivolts, sem dispositivos avançados; Monovolts, com dispositivos otimizados; Multivolts, com estabilização para flutuações de tensão do circuito; ou
Rede Bifásica
Rede de distribuição elétrica composta poe duas fases e um neutro. Ver Rede Monofásica e Rede Trifásica.

Rede de Distribuição Secundária
Rede de distribuição de sistema trifásico das empresas de energia elétrica. É utilizada normalmente para alimentação de vias e prédios públicos ou privados, geralmente fornecendo tensão de 220V entre fases, podendo ser aérea ou subterrânea.

Rede Monofásica
Rede de distribuição elétrica composta por uma fase e um neutro. Ver Rede Bifásica e Rede Trifásica.

Rede Trifásica
Rede de distribuição elétrica composta por três fases e um neutro. Ver Rede Bifásica E Rede Monofásica.

Refletância
É a razão entre a luz refletida e a luz incidente, também conhecida como fator de reflexão. As luminárias com refletores de alto rendimento utilizam este princípio para ampliar sua eficiência. Ver Reflexão; Reflexão Especular; Iluminância; Rendimento de uma Luminária; Consumo de Energia e Eficiência Energética.

Refletor
Dispositivo destinado a modificar a distribuição espacial de um fluxo luminoso emitido por uma fonte de luz, essencialmente por meio do fenômeno de reflexão. Ver e Projetor e Reflexão.

Reflexão
Retorno de radiação por uma superfície sem modificação da frequência dos seus componentes monocromáticos. Ver Refletor; Projetor; Luminânica; Ofuscamento e Conforto Visual.

Reflexão Difusa
Difusão por reflexão na qual, sob escala monocromática, não há reflexão regular. Ver Reflexão e Difusor.

Reflexão Especular
Reflexão sem difusão, de acordo com as leis de reflexão óptica, como num espelho. Fenômeno encontrado em luminárias com refletores de alto brilho que ampliam o rendimento do conjunto óptico de uma luminária. Ver Reflexão e Rendimento de uma Luminária.

Refração
Mudança na direção de propagação de uma radiação, causada por variações de sua velocidade de propagação, quer através de um meio oticamente heterogêneo, quer ao atravessar a superfície de separação de dois meios diferentes. Não confundir com reflexão. Ver Reflexão.

Relé Fotelétrico
Dispositivo de controle de iluminação pública e externa que opera por comutação de contatos comandados pelo acionamento de uma célula fotelétrica. Este dispositivo contribui para a conservação de energia, pois automatiza a operação de pontos de luz dentro de um nível pré determinado. Ver Consumo de Energia; Objetivos da Iluminação Artificial.

Rendimento de uma Luminária
Razão entre o fluxo luminoso total emitido pela luminária, medindo em condições práticas especificadas e suas lâmpadas e equipamentos auxiliares apropriados, e a soma dos fluxos luminosos das lâmpadas funcionando fora da luminária com os mesmos equipamentos. Para obter rendimento ótimo, esta medida tem que se aproximar o máximo possível da soma dos fluxos nominais de catálogo das lâmpadas. OBs: Luminárias de baixo rendimento podem provocar perdas de fluxo luminoso de até 60%. Ver Luminária; Fluxo Luminoso; Iluminância; Nível de Iluminância; Reflexão Especular e Eficiência Energética.

Reprodução de Cores
A cor de um objeto é determinada pela reflexão de parte do espectro de luz que incide sobre o o mesmo. Isto significa que uma boa reprodução de cores está diretamente ligada a qualidade da luz incidente, ou seja, à equilibrada distribuição das ondas constituintes do seu espectro. O referencial tomado é a luz solar. Ver IRC ( Índice de Reprodução de Cores ); Cor ( Espectro Visível ); Luz ( Espectro Visível ) e Espectro Eletromagnético.

Resistência de Isolamento
Valor da resistência elétrica, em condições especificadas, entre duas partes condutoras separadas por materiais isolantes. Ver Isolação Elétrica; Potência de Alimentação e Potência Instalada.

Resistência Elétrica
Grandeza escalar que caracteriza a propriedade de um elemento de circuito de converter energia elétrica em calor, quando percorrido por uma corrente elétrica. Unidade (ohm) que determina a resitência de passagem de uma corrente elétrica de 1 ampére sob uma tensão de 1 volt.

Resistor
Dispositivo elétrico utilizado para introduzir resistência em um circuito.

Retrofit
Processo de substituição de um sistema de iluminação por um outro alternativo mais eficiente. Pode incorporar a troca de luminárias, reatores e lâmpadas que vão compor um novo projeto luminotécnico. Além de agregar maior eficiência energética, outros ítens são contemplados, tais como: nível de iluminância adequado, atendendo as normas da ABNT; menor carga térmica no ambiente, aliviando também o consumo do ar condicionado; melhor reprodução de cores do ambiente; menor nível de ofuscamento e maior conforto visual; menor nível de ruído e cintilação do conjunto, devido o uso de reatores eletrônicos. A escala de economia é variável, mas atinge valores da ordem de 60%, mesmo substituindo lâmpadas fluorescentes por outras também fluorescentes, porém de tecnologia mais avançada e até 87% em se tratando de troca de incandescentes. Ver Eficiência Energértica ou Eficiência Luminosa; Rendimento de uma Luminária; Ofuscamento; Conforto Visual e IRC ( Índice de Reprodução de Cores.

Rigidez Dielétrica
É um valor de tensão que define a propriedade dos materiais isolantes e seus distanciamentos relativos, para suportar durante um certo período curto de tempo sobretensões, sem ocasionar um arco elétrico entre os pontos, nem provocar danos físicos como rupturas e perfurações neste material analisado.

Localização

R. Ari Barroso, 203
Parque Boa Vista I
D. de Caxias
RJ, 25085-480

Telefones


(21) 25 16-5630
(21) 3842-6005
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