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Efeito Estroboscópico
É devido ao fato de que se houver uma fonte luminosa piscante e um objeto em rotação, um ponto referencial focado deste objeto parecerá estar parado, se o movimento angular do objeto em movimento for igual ou múltiplo da radiação da fonte luminosa. Classifica-se como persistência visual a propriedade do olho causadora deste fenômeno. Este efeito é causado propositalmente em boates, para causar impacto visual e estético, ou ainda de forma indesejada quando se utilizam reatores eletromagnéticos de baixa qualidade em lâmpadas fluorescentes. Com o surgimento da moderna tecnologia de reatores eletrônicos este incoveniente foi superado. Não confundir com cintilação. Ver Persistência Visual; Acuidade Visual; Conforto Visual; Cintilação e Reatores Eletrônicos.

Efeito Luz e Sombra
O desequilíbrio das fontes de luz; obstáculos visuais; reflexão de materiais do ambiente e níveis de iluminância, causam efeitos indesejados de luz e sombra comprometendo a percepção visual mais adequada do olho humano. Ver Conforto Visual; Obstáculo Visual; Luminância; Iluminância; Ofuscamento e Objetivos da Iluminação Artificial.

Eficiência Energética ou Eficiência Luminosa
Genericamente é uma relação entre duas grandezas, que quando comparadas fornecem valores de desempenho distintos. Em iluminação é a relação entre o fluxo luminoso e a potência consumida (lm/W), quanto maior o valor encontrado nesta divisão mais eficiente é a fonte estudada, pois consome menos watts e produz mais lúmens. Instalações sem a preocupação da eficiência energética, geram maior calor no ambiente, e maior custo com ar-condicionado e com a conta de energia elétrica. Ver kWs; Consumo de Energia; Densidade de Potência; Acúmulo de Calor; Joule; Nível de Iluminância e Fluxo Luminoso.

Eletricidade
Manifestação de uma forma de energia associada a cargas elétricas, estáticas ou dinâmicas. Seus principais agentes são os elétrons dos átomos e os materiais condutores. Por este motivo os melhores condutores são aqueles com instabilidade de elétrons.

ELETROBRÁS
A Centrais Elétricas Brasileiras (ELETROBRÁS) foi criada em 25/04/1961 pela Lei nº 3.890-A, com o objetivo de promover estudos e projetos de construção e operação de usinas geradoras, linhas de transmissão e subestações destinadas ao suprimento mais amplo do país. É uma empresa pública, holding das concessionárias de geração e transmissão de energia elétrica como: CHESF, ELETRONORTE, ELETRONUCLEAR, ELETROSUL e FURNAS. Ver ANEEL e PROCEL.

Eletrodo
Parte condutora de um dispositivo elétrico destinada a constituir uma interface condutora com um meio de condutividade diferente. Ex: Algumas lâmpadas de descarga possuem este dispositivo internamente, dispensando o uso de ignitores de partida associados ao reator.

Energia
Grandeza escalar que caracteriza a aptidão de um sistema físico para realizar trabalho.

Energia Aparente
É a soma vetorial entre a energia ativa e a energia reativa, sendo a energia total que um equipamento elétrico consome ou produz. Ver Energia Ativa; Energia Reativa; Potência e >Potência Aparente.

Energia Ativa
Energia elétrica que pode ser convertida em outra forma de energia, gerando trabalho. Ou ainda, energia efetivamente utilizada por um equipamento elétrico para realizar sua função.

Energia Reativa
Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada, sem produzir trabalho. Seu uso ocorre em função do baixo fator de potência de alguns equipamentos, que por falta do capacitor apropriado, não armazenam energia necessária para produzir sua indução e/ou ignição inicial. Esta modalidade de energia hoje no Brasil ainda não é cobrada de consumidores residenciais Classe B (Classificação tarifária).

Espectro eletromagnético
É a escala de comprimentos de onda existentes. É composto por: Ondas Largas; Ondas Médias; Ondas Curtas; Ondas ultracurtas; Televisão; Radar; Infravermelho; Luz Visível; Ultravioleta; Raios X; Raios Gama e Raios Cósmicos. Ver Comprimento de Onda; Radiação Eletromagnética e Interferência Eletromagnética.

Espeto de Jardim
Conjunto que agrega um corpo com vedação de borracha para acomodação de uma lâmpada, e um espeto de fixação na terra com pequena extensão de cabo para instalação elétrica. Esta peça foi criada para aproveitar o potencial de iluminação de destaque das lâmpadas do tipo PAR20 e PAR38 refletoras, que possuem vidros prensados de boa resistência a choques mecânicos e térmicos. Ver Luminária; Iluminação Direcional e Ofuscamento.

Estabilizador de Tensão
Regulador de tensão que mantém constante a tensão aplicada a um circuito elétrico receptor, a despeito das variações de tensão, dentro de limites especificados, que ocorram no circuito alimentador. Ver Queda de Tensão e Medidas de Ensaio.

Estrutura Tarifária
Conjunto de tarifas aplicáveis às componentes de consumo de energia elétrica e/ou demanda de potência ativas de acordo com a modalidade de fornecimento.

Estrutura Tarifária Convencional
Estrutura caracterizada pela aplicação de tarifas de consumo de energia elétrica e/ou demanda de potência independente das horas de utilização do dia e dos períodos do ano.

Estrutura Tarifária Horo-Sazonal
Estrutura caracterizada pela aplicação de tarifas diferenciadas de consumo de enegia elétrica e de demanda de potência de acordo com as horas de utilização do dia e dos períodos do ano. Atualmente existem dois subgrupos ( AZUL e VERDE ). Ver Tarifa Horo-Sazonal Azul e Tarifa Horo-Sazonal Verde.

Exitância Luminosa
É a densidade de fluxo luminoso emitida por uma fonte luminosa direta ou com superfície de anteparo. Consiste no limite da relação entre o fluxo luminoso que é emitido por uma fonte luminosa para a área deste elemento. Unidade lúmen por metro quadrado (lm/m²). Símbolo M.

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Parque Boa Vista I
D. de Caxias
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